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domingo, 4 de junho de 2017

Na novela da sereia, Goku cai na caricatura

Games, animes e cultura pop são uma área de interesse. Novelas são outra. O mais comum é que quem se interessa por uma não se interesse por outra, embora haja boas e marcantes exceções -- talvez você, que lê esse texto agora, seja uma.

Já conheci dois irmãos gêmeos, certa vez, que sabiam detalhes sobre títulos da Marvel e fichas técnicas de novelas com a mesma propriedade. Mas, geralmente, é bem raro que esses mundos se encontrem.

Quando telenovelas se dispõem a mostrar elementos da cultura pop costumam não ser tão bem sucedidas. Glória Perez, autora de A Força do Querer, atual novela das nove, já deu uma leve flertada com esse mundo em 2009, quando inseriu personagens que jogavam Second Life em Caminho das Índias. Não foi das tramas que mais chamassem atenção.

Bem antes disso, na década de 1990, ela colocou na novela Explode Coração algo que, até então, ainda parecia ficção científica: pessoas conversando em tempo real pela internet.

Em A Força do Querer um personagem adolescente meio-nerd-meio-otaku chamado Yuri divide as atenções com toda sorte de personagens, digamos, diferentes: a protagonista gosta de se vestir como sereia e enfrenta a sogra madame para dançar carimbó, seu ex-noivo tem como sonho dirigir um ônibus-balada, e tem ainda uma personagem inspirada na real Bibi Perigosa e outra que é viciada em carteado.

Segundo perfil do personagem no GShow, Yuri (Drico Alves) "se dedica ao cosplayers [!?!?!?!?] e é viciado em internet".

Não faço questão de assistir a esta novela, mas confesso que sento à frente da TV e deixo ela me levar. Quando penso que não, um capítulo inteiro passou diante de meus olhos e os créditos estão subindo. Não é algo que dê agonia de se ver. É diferente de várias novelas intragáveis que passaram recentemente, que praticamente pediam para que trocássemos de canal. Em outras palavras: não assisto A Força do Querer todos os dias, mas assisto o suficiente para saber que não é todo dia que o tal garoto aparece.

Das poucas vezes em que apareceu, adivinhem só: mostrou que não passava de mais uma abordagem meio capenga do mundo nerd-geek-otaku. Após ser visto algumas vezes fazendo cosplay de Goku, de Dragon Ball Z, o menino, que quase não tinha falas, entrou num estereotipado (e falso) voto de silêncio. Passou a só se comunicar com a mãe através de mensagens de celular e ainda disse que ela era ultrapassada por usar a voz para se comunicar. Pela lógica, o garoto deve chegar aos eventos de cosplay e escrever "oi eu sou o Goku" só no celular. O Kamehameha talvez merecesse uma twittada.

O Estadão já apurou que cosplayers criticaram o personagem. Reclamar de personagens de novela é algo muito comum hoje em dia. Até ex-chacretes já reclamaram de uma personagem ex-chacrete numa novela há algum tempo. Evangélicos ao serem retratados de forma negativa em algumas novelas prometeram boicote. No caso dos cosplayers a solução seria sem efeito: o boicote de um público que, tradicionalmente, já não se interessa por novelas.

Para tirar um pouco o garoto do setor da figuração de luxo, foi anunciado que ele, em breve, aceitará convite para o jogo Baleia Azul, que foi responsabilizado por alguns casos de suicídio recentemente. Será o chamado "merchandising social". Nesse caso, trata-se de um assunto muito sério e seria realmente muito importante que não fosse tratado de qualquer jeito.

De qualquer forma, não foi dessa vez que geeks, nerds ou fãs de cultura pop foram bem retratados numa novela. E, provavelmente, eles (nós) nem se importem (nem nos importemos) com isso. Resta apenas o trabalho que cada um passa a ter na hora de explicar para uma tia ou uma avó que as coisas não são bem como a novela mostra.

terça-feira, 25 de abril de 2017

"A Diáspora dos Homens de Magma" dará pontapé inicial em Coins & Sagas: Histórias

Para saber um pouco mais sobre "A Diáspora dos Homens de Magma: Primeira Saga do Príncipe", que começa a ser publicada agora no Coins & Sagas: Histórias, leia algumas palavras do próprio autor logo abaixo.



Quero um resumão bem resumido!

"A Diáspora dos Homens de Magma" é uma história fantástica que eu, William Hennenze, estou escrevendo desde 2012 -- e cujos embriões vêm desde a minha adolescência.

Conta a história dos "Homens de Magma", um povo formado por pessoas capazes de beber lava vulcânica e, com isso, adquirir força e poder. Diante de um grande colapso de sua nação, alguns indivíduos se veem forçados a imigrar para outras partes de seu mundo.

Alguns deles irão parar no Império Vívano, um lugar distante e bem menos desenvolvido -- e onde as pessoas não têm a mesma habilidade com o magma.

Conte-me mais...

"Lucá, o Príncipe de Magma" é o primeiro grande personagem dessa jornada. Sua história está dividida em cinco partes e será publicada integralmente em breve. Alguns trechos estão passando por revisão e outros estão sendo reestruturados. Mas a primeira parte já pode ser apreciada gratuitamente através do blog oficial, do Coins & Sagas - Histórias, além das plataformas Spirit e Wattpad. 

O que é a "Primeira Saga do Príncipe"

Trata-se da primeira parte de "Lucá, o Príncipe de Magma". Conta a infância de três garotos de origem pobre unidos por terem o mesmo nome de um príncipe. Um deles, por sua vez, sabe muito pouco de seus pais e seu passado -- e terá grandes surpresas. 

Então é uma história infantil?

Não. A primeira parte conta a infância destes personagens, mas a história vai bem mais a diante. 

Qual o gênero dessa história?

Como parece claro, literatura fantástica. Ou seja, tudo pode acontecer. Mas eu tentei afastá-la de algumas generalizações muito comuns nesse estilo literário, a começar pela base cultural. Hoje é bem comum que a histórias de fantasia flertem com as cultura céltica e anglo-saxã (o que eu gosto muito, e não me oponho), mas 'A Diáspora dos Homens de Magma" têm mais pontos de referência nas culturas romana e mediterrânea, embora não se resuma apenas a elas. 

Como saber sobre novos capítulos disponíveis?

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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Estamos começando a terceira fase do projeto Coins & Sagas

Depois do blog de notas (setembro de 2016) e da afiliação ao Game Lover (janeiro de 2017), o projeto Coins & Sagas chega a uma nova fase, com o Coins & Sagas: Histórias. Com isso, abre-se mais um espaço para a literatura fantástica na internet.

Coins & Sagas estabelece linha direta com a imaginação.

Com foco em novos autores e novas narrativas, a intenção é diversificar as opções de entretenimento para o público interessado tanto em jogos como em histórias incríveis.

Para os próximos passos, já estão sendo produzidos podcasts para o Coins & Sagas, e também haverá um espaço para cartuns.

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